Ipê rosa floresce
E com ele a lembrança
Do rosa em você.
"Do fundo do estômago, o medo sobe até a cabeça estraçalhando cada idéia, impossibilitando um pensamento conexo e ideal..."
quarta-feira, 18 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
L'étoile
Luz
Brilha
Sem precisar de
Luz
Umbrilhoimensoesquenta
corpalma
Com a força de um sorriso
Que sem precisar
Briluz.
sábado, 7 de junho de 2014
Segunda época.
Não quero provar meu amor!!!
Basta! Chega!!!
Quero perder meu tempo a provar do amor.
Como provar o amor
Se o sentimento está invisível dentro de nós?
Como provar o amor
Quando qualquer palavra não basta?
Como provar o amor
Se as ações são por vezes contraditórias?
Por isso grito:
QUERO O MEU QUINHÃO DO AMOR!!!
Basta! Chega!!!
Quero perder meu tempo a provar do amor.
Como provar o amor
Se o sentimento está invisível dentro de nós?
Como provar o amor
Quando qualquer palavra não basta?
Como provar o amor
Se as ações são por vezes contraditórias?
Por isso grito:
QUERO O MEU QUINHÃO DO AMOR!!!
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Talvez
não não não não não não não
não não não não não não não
não não não SIM não não não
não não não não não não não
não não não não não não não
sábado, 31 de maio de 2014
Nobre
"O trabalho enobrece o homem"
Max Weber
Procurou a coroa e as jóias.
Exigiu obediência e vassalagem.
Por fim cortou os pulsos para se certificar que o sangue que corria era azul.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Profecia
Andava pela rua, aflito e ansioso. Tentando chegar não sabendo aonde. Ou não chegando a tentar. Beirava o pânico quando uma mão grande e pesada se colocou no meu ombro e uma voz murmurou:
"Filho!!!"
Quando olhei para a mão de dedos desossados e algumas poucas unhas quebradas. Quando esse olhar acompanhou o braço descarnado até alcançar o ombro e o pescoço de onde se viam alguns ossos salientes.
Quando enxerguei as órbitas amendoadas e profundas, reconheci meu pai em um arremedo de defunto. Seu cabelo, ou o que havia dele, se misturava com a barba em tons de cinza, branco e vermelho.
Não vestia roupas, nem tampouco tinha muita carne e pele para vestir.
Em um instante de reconhecimento, agarrou-me fortemente pelos braços e com um olhar de cortar minhas pálpebras deixou sair mais uma vez a voz murmurante:
"Não deixe passar esta vez, filho!
É a sua última chance!"
As mãos enormes, que um dia me seguraram no colo, e o seu arremedo de corpo se desfizeram no exato momento em que acordei suado, mijado e cagado.
terça-feira, 13 de maio de 2014
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